Liberdade Quanto aos Sentimentos
Enviado em 27 de Novembro de 2006
Publicado por Ivanilza | Enviar por e-mail
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“Julgar nossa intimidade com Deus pelas emoções é perigoso”.
Se permanecer em Cristo é o segredo para maior abundância espiritual, e o único meio de experimentar os níveis mais profundos de intimidade com Deus, por que parece que tão poucas pessoas têm êxito nisso?
Com o passar dos anos, tenho ouvido mulheres cristãs que me fazem concluir que uma das barreiras mais comuns a essa permanência é a idéia de que se não estão sentindo nada diferente, certamente é porque nada está acontecendo.
Os sentimentos são importantes. Deus nos criou seres emocionais, e ele se importa com nosso coração. Mas, se pensamos que permanecendo em Cristo vamos ter, sempre, uma onda calorosa de sentimentos, quando sentirmos pouco, ou quando nada sentirmos, acharemos que não estamos permanecendo nele.
Logo perdemos o interesse. Finalmente, em vez de lidar com sentimentos de culpa e fracasso, acabamos desistindo de tudo.
Todas nós sabemos que as respostas emocionais são determinadas por muitos fatores - condições físicas, quanto dormimos, e se estamos ansiosas ou deprimidas, como está o relacionamento com o marido, se tomamos o café da manhã, o tempo lá fora, nosso temperamento básico - a lista é comprida!
Não julgamos nosso casamento ou nossas amizades apenas pelos sentimentos de um determinado dia.
Não é de surpreender que julgar nossa intimidade com Deus por nossas emoções acaba nos colocando em dificuldades.
Felizmente, as emoções fazem parte de uma autêntica experiência espiritual. Os sentimentos de enlevo e alívio são presentes de Deus para nós, inspirando-nos a amá-lo mais. Mas, a fim de crescer em maturidade, temos de parar de depender de uma experiência emotiva para provar que Deus é real ou que nos ama.
Busca a Deus em amizade sincera e respeitosa pelo resto de sua vida, não importando os sentimentos. Será um passo libertador de permanência. Nenhum outro relacionamento é mais importante nem mais realizador.
A cada dia, Jesus faz um convite: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo” (Ap 3.20).
Você quer que ele venha visitá-la? Dia após dia, abra a porta de sua vida!
Darlene Marie Wilkinson
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